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EMILIO PUJOL Partitura "Pressentiments" Manuscrita e Assinada em Duas Páginas Pelo Compositor e Violinista Espanhol, Oferecido a Baronesa de Mattos Vieira em Agosto de 1922

EMILIO PUJOL Partitura Manuscrita e Assinada em Duas Páginas Pelo Compositor e Violinista Espanhol,

Oferecido a Baronesa de Mattos Vieira em Agosto de 1922

 

Violão clássico, "Pressentiments" oferecido a Baronesa de Mattos Vieira Agosto de 1922 na cidade de Abbaye aux Bois (França)

 

Formato 26cm x 19cm

 

Este maestro espanhol nasceu na aldeia de Granadella, perto da cidade de Lleida. Uma figura importante na história do violão, ele é considerado o principal porta-voz da pedagogia do violão do século XX. 

Emilio Pujol Vilarrubi nasceu a 7 de Abril de 1886 numa pequena aldeia perto da cidade de Lérida, Espanha.

Aos 5 anos começa o estudo de solfejo, depois o da bandurra, em 1897. Pujol prossegue os seus estudos com Francisco Tárrega no conservatório de Barcelona em 1901, tendo então quinze anos. Nessa altura, Miguel Llobet inicia-se como artista de concerto fora de Barcelona. Pujol recorda saudosamente o seu primeiro encontro com Tárrega e na biografia que consagrou ao seu professor, descreve o seu "mestre" em termos muito simpáticos. Após o falecimento de Tárrega em 1909, vai estudar teoria e composição em Madrid com Agustín Campo (aluno de Dionisio Aguado).

Durante os anos 1914-1918 (Primeira Guerra Mundial) não viaja e permanece na Catalunha. Emilio Pujol empreende a sua primeira excursão à América do Sul em 1918, começando por Buenos Áreas. Casa em Paris com Matilda Cuervas, cantora e guitarrista (violonista) andaluza, e consagra-se à pesquisa musicológica em Paris. Estuda musicologia com Felipe Pedrell e seguidamente em Paris com Lionel de Laurencie. Escreve então "a Guitarra", uma das primeiras enciclopédias da história da guitarra (violão). A segunda guerra mundial, impede-o de continuar a sua carreira de concertista.

De 1935 a 1940, Pujol continua a dar alguns concertos e conferências assim como prossegue as suas investigações em Espanha, em Londres e em Paris. Em 1941, está de regresso a Espanha. Publica um volume consagrado às obras de Luys Narváez (na colecção "Monumentos da Música espanhola"). Este primeiro volume é seguido por outros consagrados a: Alonso Mudarra (1949) e Enriquez Valderrábano (1963). Pouco antes da sua morte, Pujol tinha começado um trabalho sobre o Orphenica Lyra (editado em 1554) de Miguel Fuenllana.

Em 1946, Pujol começou o ensino de guitarra (violão) no conservatório de música de Lisboa onde ensinará até a 1969, durante este período ministrou cursos de aperfeiçoamento a alunos vindos de todo o mundo; em 1953 foi convidado pessoalmente por Andres Segovia para dar cursos na Academia Universitária de Chigiana (Sienna). É regularmente convidado como júri de concursos de guitarra (violão). Em 1963 casa com Maria Adelaïde Robert, notável pianista e cantora portuguesa que o ajudou consideravelmente nos seus últimos anos. No verão 1965, Emilio Pujol inicia os seus cursos internacionais de guitarra (violão), de alaúde e de vihuela na cidade de Lérida em Espanha. Este acontecimento tornou-se muito popular e foi acompanhado por estudantes e professores do mundo inteiro. Em 1972 os cursos são deslocados para a aldeia de Cervera.

Emilio Pujol compôs 124 obras e fez mais de 275 transcrições e arranjos para guitarra (violão).

Morreu em 15 de Novembro de 1980.

 

 

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