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MILTON RODRIGUES DO LAGO Cartão de Identidade da Escola Normal de Botucatu - São Paulo, 1939

MILTON RODRIGUES DO LAGO Cartão de Identidade da Escola Normal de BOTUCATU, São Paulo, 1939

 

Provavelmente filho do DR RODRIGUES DO LAGO, mais não podemos afirmar, pois quando faceleu deixou 6 filhos e segundo a pesquisa que fizemos um dos 4 meninos se chamava NILTON e não MILTON como está na identidade, será um erro de digitação, erro informação ou não é o filho ? 

vendido nessa condição

 

Membro da Familia do caridoso médico Botucatuense Dr Rodrigues do Lago, homenageado com nome de Rua a Dr Rodrigues do Lago,  Lei Nº 225 de 06 de fevereiro de 1939, Antiga travessa dos Protestantes.

Esta rua, situada nas imediações da Misericórdia Botucatuense, leva esse nome em memória de um caridoso médico, que grandes e inestimáveis serviços prestou aos enfermos da Misericórdia Botucatuense, notadamente os carentes de recursos financeiros, como também graciosamente aos doentes do mal de Hansem, que viviam numa colônia nestas redondesas, internados na “Sociedade de Assistência aos Leprosos” sob a proteção do povo de Botucatu. Dr. Francisco Rodrigues do Lago – médico, residiu na rua Moraes Barros, 310, onde veio a falecer em 18 de dezembro de 1933. Nasceu em 06 de outubro de 1885 em Salvador no Estado da Bahia. Filho de Francisco Fortunato Rodrigues do Lago e de Ana Cândida Paraguassu do Lago. Fez seus estudos na Bahia onde cursou também a Faculdade de Medicina de Salvador, formando-se médico no ano de 1906.

Casou-se com Clotilde da Costa Lago na Bahia, em Santo Amaro da Purificação, no ano de 1911, vindo logo após para a Capital paulista onde começou a clinicar. Permaneceu em São Paulo pouco mais de um ano, mudando-se para o interior do Estado, para a cidade de Barra Bonita, onde exerceu a medicina durante quatro anos. Antes, porém, havia clinicado na cidade de Fartura, neste Estado. Transferiu-se definitivamente para Botucatu em 1916, aqui clinicou até sua morte. Exerceu, além de médico, a função de Diretor da “Faculdade de Farmácia e Odontologia de Botucatu”. Foi também Diretor Clínico da Misericórdia Botucatuense cujo cargo desempenhou com excelente proficiença.

Teve atuação de destaque no combate à “Gripe Espanhola” em 1918 orientando a população na profilaxia e tratamento desse mal, que tantas vidas preciosas decepou. Faleceu no dia 18 de dezembro de 1933 deixando viúva dona Clotilde e os filhos : Fernando, Gerson, Julieta, Nelson, Célia e Nilton.

http://www.historiadebotucatu.com.br/livros/ruasBotucatuenses/ruasBotucatuenses.pdf

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