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COPA DO MUNDO 1974 Diversos Cadernos Esportivos ORIGINAIS de JORNAIS VARIADOS Encadernados Publicados em 1974

COPA DO MUNDO  1974 Diversos Cadernos Esportivos ORIGINAIS de JORNAIS VARIADOS

Encadernados Publicados em 1974 

Formato monumental, 39cm x 58cm

Periódicos O GLOBO, JORNAL DOS ESPORTES E JORNAL DO BRASIL 

Capa Dura 

Em torno de 200 Folhas 

 

A edição de 1974 do torneio marcou, realizada na Alemanha Ocidental, a décima participação da Seleção Brasileira de Futebol em uma Copa do Mundo. Era o único país a participar de todas as edições do torneio da FIFA. A Seleção de 1974, dirigida pela segunda vez consecutiva por Zagallo e sem Pelé, Gérson, Carlos Alberto Torres, Tostão e Clodoaldo, não era sombra do super time de 1970. Ainda assim, contava com jogadores remanescentes da seleção tricampeã, como Rivellino, Jairzinho, Paulo Cézar Caju, Piazza e Leão, além de outros nomes importantes da história do futebol brasileiro, como Luís Pereira, Leivinha, Nelinho, Ademir da Guia e Dirceu.

A seleção brasileira era a atual campeã mundial e havia feito uma Copa espetacular em 1970, no México. Tinha o mesmo técnico Zagallo, mas já não contava com Pelé  e vários outros heróis do tri, como Tostão, Gérson e Carlos Alberto.

Não que a nova geração fosse ruim. O Brasil ainda possuía alguns dos melhores jogadores do mundo - Leão no gol, Luís Pereira na zaga, Rivellino no meio e Jairzinho no ataque -, mas não tinha, ou não apresentou, o principal: futebol.

O time que estreou na Copa contra a Iugoslávia nunca tinha jogado junto antes. O placar de 0 a 0 fez Zagallo promover alterações para o jogo contra a Escócia, mas veio outro 0 a 0. Na última rodada, contra o fraquíssimo Zaire, o Brasil finalmente conseguiu vencer: 3 a 0, gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

Na fase semifinal, o Brasil caiu no grupo da poderosa Holanda, que surpreendia com seu "carrossel", em que nenhum jogador guardava posição fixa além do goleiro. Antes de se preocupar com os holandeses, porém, os brasileiros tinham dois desafios: Alemanha Oriental e Argentina.

A equipe melhorou, mas não muito. Venceu a Alemanha Oriental por 1 a 0, com um gol de falta de Rivellino. Contra a Argentina, no sempre tenso clássico sul-americano, nova vitória: 2 a 1, gols de Jairzinho e Rivellino. Diante do esquadrão de Johann Cruyff, porém, o Brasil se perdeu. Os holandeses aproveitaram o nervosismo dos rivais, venceram por 2 a 0 e foram para a final contra os donos da casa.

Restou ao Brasil a disputa do terceiro lugar contra a Polônia, país sem tradição em Copas, mas que havia conquistado a medalha de ouro olímpica dois anos antes. A equipe que fez o último jogo teve cinco alterações em relação à da estreia. Mesmo com as mudanças, perdeu por 1 a 0, gol de Lato, artilheiro da Copa.

Para o país que quatro anos antes ganhava o tri mundial com brilho, o quarto lugar na Alemanha Ocidental foi, no mínimo, melancólico.

https://copadomundo.uol.com.br/2010/historia-das-copas/1974-alemanha/brasil-na-copa/

https://www.terra.com.br/esportes/futebol/copa-do-mundo/2010/1974-ditadura-carrossel-e-ausencia-de-pele-marcam-fiasco,12aa1f60090fd310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

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