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COPA AMÉRICA Diversos Cadernos Esportivos ORIGINAIS de JORNAIS VARIADOS Encadernados Publicados em 1989

COPA AMÉRICA  Diversos Cadernos Esportivos ORIGINAIS de JORNAIS VARIADOS Encadernados 

Publicados em 1989

Formato monumental, 39cm x 58cm

Periódicos O GLOBO, JORNAL DOS ESPORTES E JORNAL DO BRASIL 

Capa Dura 

Em torno de 200 Páginas 

 

 

Hino Nacional vaiado, bandeira queimada, ovo atirado pela torcida, descrédito total com a seleção brasileira. A última Copa América disputada no Brasil, em 1989,

A CBF também passava por uma reformulação. Ricardo Teixeira assumiu a presidência da entidade em 1989 e tinha na comissão o diretor de futebol Eurico Miranda e o treinador Sebastião Lazaroni, dois ex-funcionários do Vasco. As escolhas renderam polêmica, mas nenhuma definição de nome marcou tanto a Copa América como a lista de convocados. O pivô da confusão que marcaria o torneio foi o atacante Charles.

O então garoto de 21 anos era o destaque do Bahia, campeão brasileiro de 1988. A seleção brasileira faria os jogos iniciais na Fonte Nova, em Salvador, e para delírio da fanática torcida local, Charles teve o nome incluído entre os 22 convocados. Porém a lua de mel acabou a poucos dias da estreia, quando era preciso cortar dois nomes para reduzir a lista até 20 opções. O atacante perdeu a vaga para Baltazar.

A escolha fez a seleção deixar de ser acolhida em Salvador para virar uma inimiga do público baiano, como relembrou o ex-zagueiro Mauro Galvão. "O corte do Charles criou um ambiente negativo demais. Pareceu que a seleção estava deixando de lado o Nordeste. Nós na verdade fomos surpreendidos, porque ninguém esperava ter pressão, ainda mais jogando em casa", relembrou. O time bateu a Venezuela na estreia da Copa América por 3 a 1, mas não amenizou a ira local.

Outra curiosidade foi que o jogo da final estava marcada para um domingo, 16 de julho, no Maracanã. A combinação de data, estádio, adversário e dia de semana eram as mesmas da derrota na decisão da Copa de 1950. O fantasma uruguaio estava vivo na lembrança também por derrotas recentes na Copa América de 1983 e no Mundialito, em 1981.

No jogo decisivo, o Brasil foi melhor e ganhou por 1 a 0, gol de Romário. "A gente sabia de tudo o que envolvia a Copa de 1950, mas ao mesmo tempo sabia que era o nosso momento. Chegamos ao gol em uma jogada forte nossa, um cruzamento do Mazinho", afirmou. Após 40 anos sem ganhar a Copa América, a equipe ergueu a taça no Maracanã e selou as pazes com a torcida.

https://www.terra.com.br/esportes/futebol/copa-america-de-1989-da-ovada-em-salvador-a-revanche-do-maracanazo,08d8f37d2744386ba0b2e459d10e6391vze02lq6.html

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