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Fotografias no Formato Postal de ANTONIO VELHO RIBEIRO AVELLAR e da FAZENDA PAU GRANDE Assinada em Julho de 1905

Fotografias no Formato Postal de ANTONIO VELHO RIBEIRO AVELLAR e da FAZENDA PAU GRANDE Assinada em Julho de 1905

 

Formato 13cm x 9cm

 

Antonio Velho Ribeiro de Avelar, filho de Joaquim Ribeiro de Avelar Jr., Visconde de Ubá

 

Antonio Velho Ribeiro de Avelar foi promotor Público em Paraíba do Sul, deputado estadual e vice-presidente da Província do Rio de Janeiro e prefeito de Vassouras.

Antônio foi um dos mais requintados proprietários da fazenda Pau Grande, entre os finais do século XIX e início do XX. Formou-se em advocacia no Rio de Janeiro, vindo então trabalhar como Promotor Público em Paraíba do Sul. Alguns anos depois, exerceu os cargos de Juiz de Direito da Comarca de Vassouras e de vereador naquela cidade no período de 24 de dezembro de 1889 a 9 de fevereiro de 1892. No interregno de 1890 a 1892 ocupou a Presidência da Câmara vassourense, que, naquela época, equivalia ao de atual prefeito do município, voltando a presidi-la entre 1901 e 1903, ocasião em que o município recebeu a visita de Quintino Bocaiúva.Político ativo e homem de ilibada reputação moral, Antônio Ribeiro Velho de Avelar foi novamente conduzido ao cargo de Presidente da Câmara na legislatura 1904-1906, sendo posteriormente conduzido às funções de Deputado Estadual e Vice-Presidente da Província do Rio de Janeiro.


Antônio Ribeiro Velho de Avelar morreu solteiro em data desconhecida, e seu nome ficou perpetuado em Paty do Alferes graças a uma resolução emitida pela Câmara de Vereadores de Vassouras que, durante as comemorações dos 100 anos da criação da Vila de Paty em 4 de setembro de 1920, determinou que a Praça do Centenário passasse a se chamar Velho de Avelar, espaço hoje fronteiriço ao Centro Cultural daquela cidade.

 

Antônio Ribeiro Velho de Avelar teve como irmãos:

1 - Joaquim Velho de Avelar (morreu solteiro)

2 - Maria José Velho de Avelar (a Mariquinha, casada com Manuel Vieira Tosta Filho, o barão de Muritiba. Não tiveram filhos. O casal acompanhou a família imperial ao exílio após a Proclamação da República, quando ela era secretária da princesa Isabel, e ele, do conde d'Eu. Como curiosidade, podemos lembrar que entre o barão e o conde houve uma coincidência notável, e ao mesmo tempo muito triste. O conde morreu a bordo quando em viagem ao Brasil e o barão de Muritiba também em uma viagem realizada pouco tempo depois da morte do primeiro).

3 - Mariana Velho de Avelar (faleceu solteira).

4 - Joaquim Velho da Silva Avelar (também morreu solteiro).

5 - Luiza Velho de Avelar (casada com Antônio Lemgruber, proprietário da Fazenda Pau Grande em finais da década de 1910 e início da seguinte. O casal teve 3 filhos)

6 - Elisa Velho da Silva Avelar (morreu solteira).

7 - Júlia Velho de Avelar (casada com o Dr. Francisco de Carvalho Figueira de Mello, gerando com ele 9 filhos).

8 - Josefina Velho de Avelar (morreu solteira).

9 - José Maria Velho de Avelar (morreu solteiro).

10 - Elisa Velho de Avelar (casada com Luís Ribeiro de Souza Fontes. Descendência desconhecida).

11 - Joaquim Ribeiro Velho de Avelar (casado com Mariana Albuquerque de Avelar, a Zizinha, da fazenda Boa Esperança. Tiveram 4 filhos).

Pode parecer estranho ou curioso que alguns irmãos tenham sido batizados como o mesmo nome, como é o caso de 3 Joaquins e 2 Elisas. Entretanto, isto era uma prática comum à época, pois com a morte prematura de algum filho, normalmente os pais batizavam o seguinte com a mesma denominação do primeiro, no intuito, talvez, de preservar a memória daquele que se fora. Por outro lado, observa-se que em alguns casos o sobrenome vinha grafado como Ribeiro Velho de Avelar ou então como Velho da Silva Avelar, certamente por opção dos pais ou - quem sabe? - por equívoco de um escrivão menos atento.

 

FAZENDA PAU GRANDE

Joaquim Ribeiro de Avelar, o tão afamado “rei do café”, figura das mais controvertidas da história da cafeicultura, Visconde de Ubá Filho do  Barão de Capivarí que ao falecer em 1863 deixou um patrimônio Bilhonário, com 1.709 escravos e 3.828 mil pés de café.

Seu filho, Joaquim Ribeiro de Avellar Junior, continuou a administrar a fazenda e não só aumentou o patrimônio deixado pelo pai, como levou uma vida de fausto. Tornou-se Visconde de Ubá com grandeza.

Casou em 1849 com Mariana Velho da Silva. Libertou, antes de 13 de maio de 1888, todos os escravos de suas fazendas.

Grande fazendeiro, proprietário da Fazenda do Pau Grande e de várias outras propriedades na região de Paty do Alferes e nas cidades do Rio de Janeiro e Petrópolis.

 

http://www.jornalregional.rio/jornalregional2/noticia/buscarNoticia;jsessionid=93D7EA1B966B2FE89DFE41FE62EDC196?id=5775

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