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GENERAL CAIADO CASTRO Propaganda Politica de Senador Pelo PTB com Apoio de GETÚLIO VARGAS Original de 1954

 GENERAL CAIADO CASTRO Propaganda Politica de Senador Pelo PTB

com Apoio de GETÚLIO VARGAS Original de 1954

med. 57,5cm x 40,5cm.

 

Agnaldo Caiado de Castro nasceu no Rio de Janeiro, em 2 de outubro de 1899, filho de João Alves de Castro e de Teresina Caiado de Castro.

Após concluir o curso da Escola Militar do Realengo em 1921, participou da repressão da revolta de 5 de julho de 1924, em São Paulo, e mais tarde, entre junho e novembro de 1925, da Coluna Prestes. Após o triunfo da Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder, aderiu à Revolução Constitucionalista de São Paulo, que eclodiu em julho de 1932, participando do combate contra as forças legalistas no vale do Paraíba. Derrotado o movimento, foi reformado administrativamente, e durante o período que passou afastado da caserna diplomou-se pela Faculdade de Direito de Niterói (RJ). Em virtude da anistia concedida em janeiro de 1934, voltou ao Exército.

Na condição de oficial do Estado-Maior do Exército, esteve envolvido no episódio do Plano Cohen, utilizado na preparação do golpe militar que, em novembro de 1937, implantaria o Estado Novo. Em 1943, estagiou no Exército norte-americano, na fase de preparação da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Em setembro de 1944, embarcou para a Itália, integrando a Força Expedicionária Brasileira. Designado para o comando do 1º Regimento de Infantaria, em fevereiro de 1945, comandou sua unidade na tomada de Monte Castelo, realizada após diversas tentativas rechaçadas pelos alemães. Retornou ao Brasil em agosto, três meses após o término da guerra, tendo apoiado o movimento articulado pelos chefes militares que depuseram Vargas em outubro.

Durante o segundo governo Vargas (1951-1954), assumiu a chefia do Gabinete Militar da Presidência da República em abril de 1952. No exercício do cargo, participou da apuração das responsabilidades pela morte do major-aviador Rubens Vaz, no atentado da rua Toneleros, ocorrido no Rio de Janeiro em 5 de agosto de 1954. O alvo do atentado era o jornalista Carlos Lacerda, líder da campanha de denúncias que então se fazia contra o governo. Caiado de Castro acompanhou de perto a investigação do crime, atribuído pela oposição a elementos da guarda pessoal do presidente. De fato, o chefe da guarda, Gregório Fortunato, acabou por confessar ter sido o mandante do atentado, executado por outro membro da guarda pessoal.

Diante do acirramento da crise política, Caiado de Castro, consultado por Vargas, foi favorável à dissolução de sua guarda pessoal, e ao seu licenciamento da presidência por um período de um a dois meses. No entanto, os boatos relativos à renúncia de Getúlio levaram-no a expedir nota à imprensa na noite de 22 de agosto, proclamando a disposição presidencial de completar o mandato e preservar a Constituição. Na noite do dia 23, contudo, foi informado de que seria impossível continuar resistindo à pressão dos generais favoráveis ao afastamento de Vargas. Na madrugada do dia 24, em reunião com o presidente, alguns familiares seus e o ministério, Caiado de Castro insistiu que Vargas permanecesse no cargo, argumentando que a omissão das forças armadas seria inconstitucional. Às sete horas da manhã, soube, no palácio do Catete, sede do governo, da realização de uma reunião de generais em que o ministro da Guerra, general Zenóbio da Costa, teria afirmado que o afastamento do presidente seria definitivo. Mais tarde, ainda no dia 24, foi informado do suicídio de Vargas.

Nas eleições parlamentares de outubro de 1954, Caiado de Castro concorreu ao Senado pelo Distrito Federal, na legenda do Partido Trabalhista Brasileiro. Eleito, cumpriu o mandato até janeiro de 1963.

Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de julho de 1963.

Foi casado com Josefa Freire Amazonas Caiado de Castro, com quem teve uma filha.

https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/biografias/caiado_de_castro

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