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Carta Patente Assinada por LUÍS DO REGO BARRETTO o Carrasco da Revolução Pernambucana de 1817, Quando Governador , Datada de 01 de Dezembro de 1820

Carta Patente Assinada por LUÍS DO REGO BARRETTO o Carrasco da Revolução de 1817

Quando Governador de Pernambuco (1817-1821) , Datada de 01 de Dezembro de 1820

 Comunicando o Governo da Província de Piauhy (1819/1821) ELIAS JOSE RIBEIRO DE CARVALHO sobre Criação de Banco de Armas e Normas 



General violento e autoritário, era odiado pela população de Pernambuco.

LUÍS DO REGO BARRETTO (Viana do Castelo, 28 de outubro de 1777 — 7 de setembro de 1840), 1.º visconde de Geraz do Lima e mais conhecido por General Luís do Rego, foi um militar e administrador colonial português que se distinguiu no combate às invasões napoleônicas e à Revolução Pernambucana.

General violento e autoritário, era odiado pela população de Pernambuco. Nomeado por Dom João VI para reprimir a revolução de 1817, aterrorizou o povo pernambucano

 

REVOLUÇÃO PERNABUCANA (6 de mar. de 1817 – 20 de mai. de 1817 )

A Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas, o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a Capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano.

REVOLUÇÃO PERNABUCANA - A REPRESSÃO

A repressão ao movimento foi sangrenta. Tropas portuguesas chefiadas pelo general Luís do Rego Barreto avançaram pelo sertão de Pernambuco a partir do território baiano, enquanto uma força naval despachada do Rio de Janeiro bloqueou o porto do Recife. Em poucos dias 8 mil homens cercavam a capitania. No interior, a batalha decisiva foi travada na localidade de Ipojuca. Derrotados, os revolucionários tiveram de recuar em direção ao Recife. Em 19 de maio as tropas entraram na cidade e a encontraram abandonada e sem defesa. O governo provisório, isolado, se rendeu no dia seguinte.

Como de início não havia governador português em Pernambuco, os revoltosos iam sendo despachados para a Bahia na medida em que eram capturados. Mas com a chegada de Luís do Rego Barreto, instalou-se um tribunal militar e os julgamentos passaram a ser feitos no Recife. Quatorze réus foram executados pelo crime de lesa-majestade, a maioria enforcados e esquartejados, enquanto outros foram fuzilados. O Padre João Ribeiro suicidou-se, mas o seu corpo foi desenterrado, esquartejado e sua cabeça exposta em praça pública. Um episódio que emocionou até os carrascos foi o de Vigário Tenório, que foi enforcado e decepado, teve as suas mãos cortadas e o corpo arrastado pelas ruas recifenses. Além disso, trezentos revoltosos morreram em combate, cem foram degredados e muitos pereceram por maus-tratos na prisão. Houve ainda estupros de filhas e mulheres dos revolucionários e sequestro dos seus bens.

LUÍS DO REGO BARRETTO, NOMEADO GOVERNADOR

1º de julho de 1817 / 5 de outubro de 1821
Restauração do Poder Real, último administrador português de Pernambuco

No dia 26 de junho de 1817, foi nomeado governador de Pernambuco. Logo que tomou posse do cargo, formou uma Comissão Militar, sob sua presidência, e começou a julgar os prisioneiros da Revolução Pernambucana de 1817, que ocorreu no mês de março.

A comissão mandou para forca os principais rebeldes, que estavam presos no Recife, entre eles Antônio Henriques Rebelo, padre Pedro de Souza, Tenório, padre de Itamaracá, José de Barros Lima, o Leão Coroado e Domingos Teotônio Jorge, o líder da Revolução. Rego Barreto determinou o sequestro dos bens dos envolvidos, que era de grande interesse para ele, uma vez que a maioria dos prisioneiros era formada de grandes proprietários de terras e importantes comerciantes.

Luís do Rego Barreto morreu em Portugal, no dia 7 de setembro de de 1840, exatamente 18 anos depois da Independência do Brasil.

 

 

  

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_do_Rego_Barreto

https://www.ebiografia.com/luis_do_rego_barreto/

 

 

 

 

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