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JORGE MALTIEIRA Forte de São Mateus do Cabo Frio, Aquarelado Sobre Papel, Ano 1953

JORGE MALTIEIRA Forte de São Mateus do Cabo Frio, Aquarelado Sobre Papel, Ano 1953

Moldura em madeira, pintura ente dois vidros

78cm x 67cm. 6,510kg.

Apresenta pontos de umidade e desgaste na moldura

O Forte de São Mateus do Cabo Frio localiza-se numa ilhota rochosa na extremidade nordeste da atual praia do Forte da cidade de Cabo Frio, no litoral norte do estado brasileiro do Rio de Janeiro.

João Jorge Maltieira e Silva nasceu no Cartaxo a 18 de julho de 1908, filho de João Silva e de Emília Maltieira e faleceu no Rio de Janeiro a 2 de fevereiro de 1994. Para a história o seu nome ficou consagrado como Jorge Maltieira, nome com que assinava os seus trabalhos. São conhecidas as suas diversas facetas, a de pintor a óleo, a de desenhador, a de aguarelista, a de ceramista, a de escultor, a de historiador de arte, a de professor e também a de atleta.

Tirou o Curso Superior de Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa, tendo sido discípulo de Veloso Salgado (1864-1945), João Vaz (1859- 1931) e Joaquim Ferreira da Costa, entre outros professores. Foi professor do ensino técnico na Escola Industrial de Domingos Sequeira, em Leiria, na Escola Comercial e Industrial em Guimarães e na Escola Faria de Guimarães, no Porto. Enquanto ceramista desenvolveu esta sua especialidade artística na Fábrica de Sacavém, na Fábrica Vieira da Natividade, em Alcobaça, e em Araruama, no Brasil, entre outras.

Foi igualmente vogal e diretor da Sociedade Nacional de Belas Artes e diretor artístico da Exposição do Ribatejo, realizada no Cartaxo. Em 1941 obteve o Prémio Ferreira Chaves da Academia Nacional de Belas Artes e o 1º Prémio Roque Gameiro do Secretariado Nacional de Informação (S.N.I.), assim como a 1ª Medalha em aguarela da Sociedade Nacional de Belas Artes, diversas menções honrosas e o Primeiro Prémio no Salão do Estoril (também em 1941). Radicado no Brasil desde 1949, fundou em Araruama, Rio de Janeiro, a Cerâmica Maltieira, dando continuidade a esta tradição artística de faiança portuguesa.

Procedeu a um levantamento através do desenho, da aguarela e da escrita, dos monumentos do passado: fortalezas, igrejas, conventos, capelas, ermidas, povoações de origem portuguesa, um cadastro da arquitetura rural e urbana e da paisagem local (sobretudo marinhas), em particular do período do barroco e estendendo-o a diversos estados daquele país continente. A sua obra encontra-se dispersa em Portugal e no Brasil, em coleções oficiais e privadas. Em Portugal encontra-se no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, na Sociedade Martins Sarmento e no Museu Alberto Sampaio, em Guimarães, no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, no Museu de Gouveia, assim como noutros museus regionais, como o de Castro Daire, nas Câmaras Municipais de Braga, Beja e Vila Viçosa, na Fundação da Casa de Bragança e no Museu Grão Vasco, em Viseu.

https://www.cm-cartaxo.pt/Info/Agenda/Documents/2017/olhares-guiao-exposicao.pdf

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