Clique para ampliar

Compartilhar:

Homenagem da Federação Carioca de Automobilismo Ao Dr NELSON BASTOS Ex Piloto e Presidente da F.F.A. Federação Fluminense de Automobilismo

Homenagem da Federação Carioca de Automobilismo Ao Dr NELSON BASTOS

Ex Piloto e Presidente da F.F.A. Federação Fluminense de Automobilismo

Medindo 16x12cm

 

Nelson Bastos foi um ex-piloto e participou do lendário CIRCUITO DA BARRA DE 1958

A corrida de inauguração desse novo circuito de rua se deu em setembro de 1958, com a realização de três corridas. A grande novidade para os cariocas, a segunda história, era a prova de Mecânica Nacional, categoria que fazia furor em São Paulo, com a qual se disputava os 500 km de Interlagos. Os carros de Mecânica Nacional eram, em geral híbridos. Chassis de monopostos europeus, ex carros de GP ou voiturette, equipados com motores americanos.

A solução alongava a vida dos carros, pois era muito mais fácil manter um Bugatti com motor Corvette, do que obter peças para o carro original. Alguns carros de Mecânica Nacional eram supostamente “originais”, mas em verdade eram smosgarbord de diversos outros carros - suspensão dali, cambio d’acóla, pedaços de chassis emendados, carrocerias copiadas. A Mecânica Nacional sobreviveria até 1966, já então rebatizada Mecânica Continental.

A prova de Mecânica Nacional contou com os melhores nomes da época, inclusive um ex e um futuro piloto de F-1. Chico Landi lá estava com um Ferrari Corvette, e Fritz D’Orey corria com um Tubularte Especial, também com motor Corvette. Outros habitues da categoria levaram seus carrões para o Rio: Nelson Bastos, Vladimir Fakri, Naim Homsi, Antonio Versa, Waldemar Santilli, Luis Valente, Rosalvo Mansur, Luis Américo Margarido e outros.

Na corrida, que duraria um pouco menos de uma hora, Fritz D’Orey disparou na frente, seguido por Chico Landi. Entretanto a sorte de D’Orey durou exatamente 19 voltas, quando teve que entrar nos boxes e fazer reparos no seu carro. Landi assumiu a ponta que não perdeu mais. Tamanha era a vantagem acumulada por D’Orey, entretanto, que ainda assim chegou em segundo, seguido por Nelson Bastos, Luis Valente, Antonio Versa, Waldemar Santilli e Naim Homsi.

CIRCUITO DA BARRA DA TIJUCA - 1958 2 | SAUDADES DO RIO ACESS… | Flickr

http://brazilexporters.com/blog//index.php/2009/03/09/uma_historia_com_tres_historias?blog=5

Sobre nós

CASA DO VELHO acredita que valorizar os objetos de nossos antepassados é contribuir para preservar nossa história. É cultivando as lembranças da infância, dos itens que marcaram época, dos objetos inusitados que nos conectamos à nossa própria história

Pague com
Facebook
Newsletter

Assine nossa mala direta e receba muitas ofertas por e-mail.

Loja segura