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ATTILIO LOFFREDO A Metralhadora Paulista: Cartaz ORIGINAL da Luta entre LOFFREDO x ANTOLIN Ringue Paulistano, 28 de Outubro de 1939

ATTILIO LOFFREDO A Metralhadora Paulista: Cartaz ORIGINAL da Luta entre LOFFREDO x ANTOLIN Ringue Paulistano, 28 de Outubro de 1939

Bem conservado 

Natural de São Paulo, Attilio Loffredo era conhecido como "A METRALHADORA PAULISTA" enfrentando o Argentino Antolin Rodrigo, conhecido como "CYCLONE ESPANHOL" e ainda Tobis CAMPEÃO BRASILEIRO DOS LEVES enfrenta Casala O FURACÃO.

Loffredo vence por pontos o Argentino Antolin, encerra a carreira em 1946 com o impressionante cartel na divisão dos meio-médio.

76 Lutas / 53 Vitórias / 13 Derrotas / 8 Empates

Emoldurado 52 x 37,5 cm

 

Attilio Loffredo A METRALHADORA PAULISTA

Filho dos imigrantes calabreses (Itália) Enrico Loffredo e Paschoalina Falbo, Attilio Loffredo foi o treinador dos anos 1940 e 1950 que teve a mais destacada carreira como atleta. Chamado de Lofredão para ser diferenciado de seu irmão mais novo Oswaldo Loffredo (Loffredinho), o paulista realizou 76 combates oficiais entre 1929 e 1946, contabilizando longos 17 anos de carreira profissional.

Discípulo do lendário mestre Celestino Caverzasio, Loffredo era um dos amadores da equipe do treinador no início de 1928, época bastante remota. Quando Loffredo iniciou-se no boxe ainda não existiam a Federação Paulista e a Confederação Brasileira de Pugilismo, o que tornava raro as competições amadoras.

Sem a existência de campeonatos organizados, Loffredo participou no amadorismo de algumas reuniões pugilísticas em 1928 e 1929, chegando a enfrentar seu companheiro de equipe Attilio Bianchi, que posteriormente se tornaria importante treinador como ele.

Em julho de 1929 Loffredo deu início a sua carreira profissional, carreira que perduraria por longos 17 anos, contando com um hiato de seis
anos entre a penúltima e a última luta, de 1940 a 1946. Os longos anos de atividade do boxeador Lofredão o fizeram se apresentar em lugares icônicos do boxe paulista, como no Circo Queirolo, Piolin, Alcebíades, Cassino Antarctica, Estádio Paulista, lutando inclusive na noite de inauguração do Pacaembu.

A longa carreira também fez com que Attilio flutuasse bastante nas categorias, lutando como pena no amador, leve, meiomédio e médio no profissional. Foi como peso meio médio (welter) que Loffredo conquistou o título de campeão brasileiro em 1938.

O paulistano do bairro da Aclimação chegou a disputar o título brasileiro dos médios em 1940, mas foi vencido por pontos
pelo boxeador-sambista Rubens Soares.

Em 1934, quando já figurava como um dos principais boxeadores brasileiros, Loffredo migrou para o Rio de Janeiro junto com Caverzasio, buscando fugir da crise do boxe paulista iniciada em 1935. Porém, o pupilo de Caverzasio voltou a estabelecer-se em São Paulo novamente, passando a treinar com Francisco Sangiovanni.

Após pouco tempo nas mãos de Sangiovanni, Loffredo decidiu voltar a trabalhar com Caverzasio, com quem permaneceu até a sua morte em 1939. Em abril de 1940, menos de um ano após o falecimento o de seu treinador, Loffredo parou de lutar, sem, porém, afastar-se do boxe. Seu último combate foi na inauguração do Pacaembu, em 28 de abril de 1940, exatamente no mesmo dia em que completava 30 anos de idade, em luta que perdeu a disputa do título de campeão brasileiro dos médios.

Seu irmão mais novo Oswaldo Loffredo, havia ganho os títulos brasileiros dos médios em 1938 e dos meio-médios em 1939, e Attilio passou então a ser seu treinador. Em 1943, três anos após sua última luta oficial, Lofredão era escalado para compor o corpo de arbitragem da Federação Paulista de Pugilismo em rodadas amadoras.

Em 1946, empolgado com o sucesso da temporada internacional que acontecia em São Paulo, Lofredão resolveu voltar aos tablados, com a idade de 36 anos. Bem acima do peso e fora de forma, o antigo campeão brasileiro dos meio-médios contou novamente com Sangiovanni para entrar em forma e fazer uma boa apresentação frente a Viriato Monteiro, angolano naturalizado português.

O veterano recebeu 12 contos de réis para fazer sua luta de despedida, valor mais alto que já teria recebido em toda sua carreira

Quando anunciou seu retorno aos tablados, após seis anos de ausência, foi submetido a um ‘exame de suficiência’, onde teria sua condição física e técnica avaliada pela Federação Paulista para que esta o autorizasse a lutar profissionalmente novamente.

 

 

https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-21022020-171305/publico/2019_BrenoCostaDeMacedo_VCorr.pdf

https://boxrec.com/en/proboxer/375265

 

 

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