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Cartaz Original AUTOGRAFADO do lV° FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO POPULAR Rio de Janeiro Ano 1969

Cartaz Original do lV° FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO POPULAR Rio de Janeiro Ano 1969

Rio de Janeiro, 25 de Setembro a 5 de Outubro de 1969

Emoldurado e com vidro antireflexo

Medindo 113x76cm

Contendo 20 autógrafos, entre eles

Maysa (1936 1977)

Maria Alcina (1949)

Taiguara (1946 1996)

Henry Mancini (1924 1994)

Big Boy (1943 1977)

Evinha (1951), que seria campeã do Festival com Cantiga por Luciana, entre outros.

Cartaz com as margens apresentando desgastes.

 

 

Em 1969, o endurecimento do regime militar (a partir do Ato Institucional n° 5) e a polêmica ocorrida na edição anterior do festival inibiram o aparecimento de canções de protesto ou com conotações políticas. Entre os compositores que participaram estavam Joyce, Alceu Valença, Toninho Horta, Martinho da Vila, Jorge Ben Jor, Capinan, Os Mutantes, Dori Caymmi, Egberto Gismonti, Francis Hime e Paulo César Pinheiro, Taiguara e Danilo Caymmi.

A primeira eliminatória foi realizada no Maracanãzinho, no dia 25 de setembro; a segunda, no dia 27; e a final, no dia 28. Cantiga por Luciana, de Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, interpretada por Evinha, ficou com o primeiro lugar (a música também venceria a fase internacional do festival). A canção conquistou a preferência unânime do júri e recebeu o maior número de votos do público. Em segundo, ficou Juliana, de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar, executada por A Brazuca e Antônio Adolfo. E, em terceiro lugar, a música Visão Geral, de César Costa Filho (com Ruy Mauriti e Ronaldo M. de Sousa), apresentada pelo Quarteto 004 e pelo próprio César Costa Filho.

Charles Anjo 45, composição de Jorge Ben Jor que faria grande sucesso mais tarde, dividiu o público quando foi apresentada nesta edição do festival. Além das três músicas vencedoras, outros destaques das eliminatórias foram Madrugada, Carnaval e Chuva, de Martinho da Vila; Beijo Sideral, dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle; e O Mercador de Serpentes, de Egberto Gismonti (todas defendidas pelos próprios autores).

O Festival Internacional da Canção Popular (FIC) foi um concurso de músicas nacionais e estrangeiras, anual, realizado no ginásio do Maracanazinho, no Rio de Janeiro, e transmitido pela TV Rio (primeira edição) e pela TV Globo. A música de abertura era composta por Erlon Chaves e chamava-se Hino do FIC. O apresentador oficial era Hilton Gomes, que imortalizou a frase Boa sorte, maestro!. O prêmio Galo de Ouro foi concebido por Ziraldo e confeccionado pela joalheria H. Stern.

Criado por Augusto Marzagão, durou de 1966 a 1972, num total de sete edições. Cada edição do festival tinha duas fases: a nacional, para escolher a melhor canção brasileira, e a internacional, para eleger a melhor canção de todos os países participantes — a concorrente brasileira era a vencedora da fase nacional.

 

https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/musicais-e-shows/festival-internacional-da-cancao/edicoes/

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