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Fotografia com Dedicatória e Autografo da Atriz FERNANDA MONTENEGRO no TEATRO SERRADOR, Temporada Rendeu o Prêmio de Atriz Revelação, Novembro de 1952

Fotografia com Dedicatória e Autografo da Atriz FERNANDA MONTENEGRO no TEATRO SERRADOR, Temporada Rendeu o Prêmio de Atriz Revelação, Novembro de 1952

 

LOUCURAS DO IMPERADOR estreou em 03/10/1952

ESTÁ LÁ FORA UM INSPETOR estreou em 28/11/1952

Peças que lhe renderam o Prêmio de Atriz Revelação da Associação Brasileira de Críticos Teatrais naquele ano.

Fotografia medindo 13 x 8 cm

 

Acompanha Revista Veja Edição de Aniversário da Cidade de São Paulo, relembrando a época que personalidades nascidas em outros lugares, chegaram à cidade, entre elas Fernanda Montenegro, na matéria a foto apresentada é a mesma que esta dispónivel.

 

 Iniciou sua carreira no ano de 1950, na peça Alegres Canções nas Montanhas, ao lado de seu marido, Fernando Torres. Foi a primeira atriz contratada pela recém-criada TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1951. Seu nome, Arlette, foi considerado muito comum para uma atriz e lhe pediram para escolher um nome mais forte, mais chamativo, e por gostar do nome, escolheu Fernanda.

Na emissora, entre 1951 e 1953, participou de cerca de 80 peças, exibidas nos programas Retrospectiva do Teatro Universal e Retrospectiva do Teatro Brasileiro. Sob a direção de Jacy Campos, Chianca de Garcia e Olavo de Barros, atuou ao lado de Paulo Porto, Heloísa Helena, Grande Otelo, Fregolente e Colé. Participou também de programas policiais escritos por Jacy Campos e Amaral Neto.

No teatro, Fernanda Montenegro ganhou o prêmio de atriz revelação da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, em 1952, por seu trabalho nas peças Está lá fora um inspetor, de J.B. Priestley, e Loucuras do Imperador, de Paulo Magalhães. Ainda na década de 1950, fez parte da Companhia Maria Della Costa e do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC)

 Em 1954, Fernanda Montenegro deixou o Rio para uma temporada em São Paulo. A jovem intérprete, então com 24 anos, integrava a companhia Os Artistas Unidos, capitaneada pela francesa Henriette Morineau, na peça A Mulher sem Alma. O convite da atriz Maria Della Costa, que acabava de inaugurar seu teatro, na Rua Paim, na Bela Vista, fez a colega transformar os quatro meses previstos em cinco anos.

Acompanhada do marido, o ator e produtor Fernando Torres, a artista fixou residência na cidade, onde ficaria até 1959, passando também pelo Teatro Brasileiro de Comédia, o TBC.

Em 1959, ela e Fernando embarcariam de volta para o Rio de Janeiro, seguros de si, para fundar a própria companhia, o Teatro dos Sete.

 

TEATRO SERRADOR

Considerado um dos mais relevantes palcos da cidade, o equipamento foi o último empreendimento do espanhol Francisco Serrador (1872-1941), que no início do século XX fundou uma série de salas de cinema na região da Cinelândia – por isso o nome da praça.

A inauguração foi em 1940 com “Maria Cachucha”, comédia protagonizada por Procópio Ferreira (1898-1979), pai de Bibi. Nos anos que se sucederam, outras companhias se estabeleceram por lá apresentando grandes atores, como Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira, Darcy Gonçaves e Eva Todor.

 

ww.todoteatrocarioca.com.br/espetaculo/3248/loucuras-do-imperador

https://vejasp.abril.com.br/blog/memoria/fernanda-montenegro-livro-fotos/

 

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