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Desenho Bico de Pena "Osvaldo Aranha" de ARMANDO PACHECO Ano 1942

Desenho Bico de Pena "Osvaldo Aranha" de ARMANDO PACHECO Ano 1942

Com correções originais e no verso anotações e carimbo do Jornal A MANHÃ, datada de 19.03.1942

Medindo 47x31,5cm

Não acompanha moldura

Armando Pacheco Alves (Rio de Janeiro RJ 1913 - idem 1965)

Pintor, ilustrador, desenhista e gravador. Freqüenta a Académie de la Grande Chaumière, em Paris; tem aulas de pintura e desenho com André Lhote (1885 - 1962) e Charles Alexandre Picart le Doux (1881 - 1959); aprende gravura com Cavalaert Brum; e freqüenta a Accademia di Belle Arti di Firenze [Academia de Belas Artes de Florença], Itália. No Rio de Janeiro, em 1930, estuda no Liceu de Artes e Ofícios e dois anos mais tarde, na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde é discípulo de Rodolfo Chambelland (1879 - 1967) e de Augusto Bracet (1881 - 1960). Atua como desenhista no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA e faz ilustrações a bico-de-pena e aguada.

Em 1956, recebe o Prêmio Filatélico São Paulo, pelo selo comemorativo criado para o 36º Congresso Eucarístico Internacional, no Rio de Janeiro.

JORNAL A MANHÃ

A Manhã; dispunha de excelente documentação iconográfica e exibia uma paginação extremamente moderna para os padrões jornalísticos da época. Seu corpo de colaboradores contava com intelectuais de grande projeção como Múcio Leão, Afonso Arinos de Melo Franco, Cecília Meireles, José Lins do Rego, Ribeiro Couto, Roquete Pinto, Leopoldo Aires, Alceu Amoroso Lima, Oliveira Viana, Djacir Menezes, Umberto Peregrino Vinicius de Moraes (crítica cinematográfica), Eurialo Canabrava (crítica de idéias), Gilberto Freyre e outros. O jornal publicava dois tablóides semanais que alcançaram grande repercussão: Autores e livros, sob a direção de Múcio Leão, e Pensamento na América, dirigido por Ribeiro Couto.

O jornal A Manhã;, órgão oficial do Estado Novo, esteve sob a direção de Cassiano Ricardo de maio de 1941 até meados de 1945. Conforme depoimento do próprio Cassiano Ricardo, o jornal pretendia divulgar as diretrizes propostas pelo regime junto a um público o mais diversificado possível. A Constituição de 1937, por exemplo, era exposta de forma didática, aparecendo diariamente nas páginas do matutino.

http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa22530/armando-pacheco-alves

https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/EducacaoCulturaPropaganda/AManha

https://pt.wikipedia.org/wiki/Osvaldo_Aranha

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