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COPA DE 1998 Autografo do PELÉ em Boné da COPA DO MUNDO da França 1998

COPA DE 1998 Autografo do PELÉ em Boné da COPA DO MUNDO da França 1998

Bem conservado

 

COPA DE 1998 Autografo do PELÉ em Boné COPA DO MUNDO França 1998

Campeão mundial em 1994, o Brasil não disputou as eliminatórias. A preparação da equipe e a definição dos 22 jogadores que iriam à França foram feitas durante jogos amistosos, sem o ritmo de uma competição. A vitória por 2 a 1 sobre a Alemanha, fora de casa, deu a impressão de que o time estava no caminho certo. Um mês depois, porém, a derrota para a Argentina em pleno Maracanã abalou a confiança da torcida.

Pressionado, o técnico Mario Jorge Lobo Zagallo teve que engolir a inclusão de Zico no cargo de coordenador. E, a menos de dez dias do início da Copa, o atacante Romário foi cortado por causa de uma lesão na panturrilha. Quando diagnosticada pelos médicos da seleção, a contusão foi considerada leve, e Romário se recuperaria a tempo de disputar o torneio.

Poucos dias depois, no entanto, a comissão técnica caiu em contradição. Dessa vez, disse que a lesão era grande e que não seria curada em tempo hábil. Cortado, Romário voltou a jogar pelo Flamengo bem antes do fim da Copa. Foi a primeira das três mentiras brasileiras na campanha na França.

Sem o herói do tetra, a briga por um lugar no ataque aumentou. Cobrando uma vaga entre os titulares, Edmundo entrou em atrito com os tetracampeões Bebeto e Leonardo, acusando os companheiros de boicotá-lo em treinos e partidas amistosas.

A estreia contra a Escócia não foi das melhores. O Brasil saiu na frente logo no início, aliviando a tensão, mas não mostrou um futebol convincente. Só garantiu a vitória por 2 a 1 com um gol contra. No segundo jogo, Ronaldo, Rivaldo e Bebeto marcaram os gols brasileiros na fácil vitória sobre a seleção de Marrocos, o que garantiu a classificação para a fase seguinte.

A segunda mentira se revelou após a terceira partida. A derrota por 2 a 1 para a Noruega mostrou que a união da equipe, alardeada por jogadores e comissão técnica, não era tanta assim. Depois do resultado, inútil dentro da competição, os jogadores trocaram farpas e críticas publicamente.

Nas oitavas de final, uma goleada tranquila sobre o Chile, com dois gols de Ronaldo e outros dois de César Sampaio, até então o melhor jogador brasileiro. Diante da Dinamarca, brilhou a estrela de Rivaldo, que marcou dois gols na apertada vitória por 3 a 2.

Na semifinal, contra a Holanda, Ronaldo fez seu melhor jogo no torneio. Abriu o placar e perdeu muitas chances de matar o jogo na prorrogação. O papel de herói, todavia, ficou para o goleiro Taffarel, que defendeu duas cobranças holandesas na decisão por pênaltis e colocou o Brasil na final.

No dia da decisão, o atacante Ronaldo sofreu uma convulsão horas antes da partida. Examinado em uma clínica francesa, foi liberado para atuar pelos médicos. O episódio abalou a seleção brasileira, que ficou assustada e dividida sobre a escalação do jogador.

Para o público, Ronaldo primeiro teve problemas no tornozelo. Depois, uma convulsão. Mais tarde, uma crise nervosa, disseram que teria "amarelado". A verdade jamais foi esclarecida totalmente. Foi a terceira e última mentira brasileira na Copa.

O que aconteceu na partida decisiva não é mistério para ninguém. Diante dos donos da casa, o Brasil não conseguiu enganar. Comandada por Zinedine Zidane, a França gastou a bola e venceu fácil por 3 a 0.

Antes disso, o Brasil jamais havia perdido um jogo de Copa do Mundo por tamanha diferença de gols. Com os três gols sofridos, a defesa brasileira levou 10 gols no total, terminando a competição como a mais vazada entre as 32 seleções. Foi também a primeira vez, desde 1974, que o Brasil perdeu dois jogos no mesmo Mundial. E o título ficou em boas mãos.

https://copadomundo.uol.com.br/2010/historia-das-copas/1998-franca/brasil-na-copa/

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