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FOTONOVELA - CAPRICHO A Napolitana n° 101/ Ano IX, Editora Abril, Julho de 1960

FOTONOVELA - CAPRICHO A Napolitana n° 101/ Ano IX, Editora Abril, Julho de  1960

Formato 22cm x 27,5cm 

 

90 Páginas

Completa

Conservação: capa e contracapa  solta

 

Lançada em 18 de junho de 1952 pelo fundador da Editora Abril, Victor Civita, foi a primeira revista feminina do Brasil e da empresa. Com circulação quinzenal, em formato pequeno, seu conteúdo inicial era as fotonovelas, na época chamada "Cinenovela". Além da cinenovela, a revista apresenta histórias de amor desenhadas em quadrinhos. Em novembro de 1952, numa decisão pessoal, Victor Civita aumentou o formato da revista, passando a editá-la mensalmente e a abordar outros tópicos como: moda, beleza, comportamento, contos e variedades.

 

Fotonovelas são novelas em quadrinhos que utilizam fotografias em vez de desenhos, de forma a contar, sequencialmente, uma história.

No Brasil, as fotonovelas tiveram um mercado cativo por mais de 25 anos, entre os anos 1950 e 70, representando a ideia de uma imprensa popular feminina, com milhões de leitores de histórias publicadas em revistas com grande circulação nacional.

A primeira revista de fotonovela publicada no Brasil foi "Encanto", pois embora "Grande Hotel" circulasse desde 1947, só em seu nº 210, de 31 de julho de 1951, publicou a primeira fotonovela, intitulada "O primeiro amor não morre".

Nos anos 1970, mais de 20 revistas de fotonovelas chegaram a circular no Brasil, publicadas por várias editoras: Bloch, Vecchi, Rio Gráfica, Abril e Prelúdio, sendo que, na época, ao contrário das demais editoras que importavam as fotonovelas da Itália, a Bloch produzia suas fotonovelas no Brasil, com a revista "Sétimo Céu".

Em pesquisa de 1974, as revistas de fotonovela só eram superadas, em venda, pelas revistas de quadrinhos infantis. A revista "Capricho", da Editora Abril, era na época a mais vendida (média quinzenal de 211.400 exemplares), perdendo apenas para "Pato Donald", "Mickey" e "Tio Patinhas" (cada uma com uma média periódica aproximada de 400 mil exemplares).

Em 1975, o Instituto Verificador de Circulação analisou a receptividade que as revistas de fotonovelas tinham em todo o país, na venda avulsa. A revista "Capricho" vendia quinzenalmente 273.050 exemplares, sendo que possuía, em todo o país, apenas três assinaturas.[3] Com fotonovelas italianas, "Capricho" também vendia em Portugal e colônias ultramarinas, num total de 11.186, com apenas um assinante, anônimo. Super Novelas Capricho, com circulação quinzenal, vendia 104.903 exemplares, com apenas dois assinantes no Brasil, "Ilusão" vendia quinzenalmente 108.319 exemplares, e "Noturno", com venda mensal de 72.007

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