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Troféu do Programa de PORTOVISÃO TV Difusora Oferecido a Cantora CLAUDIA TELES Destaque do Ano de 1978

Troféu do Programa de PORTOVISÃO TV Difusora Oferecido a Cantora CLAUDIA TELES

Destaque do Ano de 1978

 37cm de altura

Cláudia Telles de Mello Mattos foi uma cantora, compositora e instrumentista brasileira, de ascendência portuguesa e francesa, intérprete de canções românticas, dentre elas as mais tocadas: "Fim de Tarde" e "Eu Preciso Te Esquecer".

Filha do violonista, compositor e advogado Candinho, e de uma das precursoras da bossa nova, a cantora Sylvia Telles, Cláudia Telles, ainda menina, foi convidada pela mãe para subir ao palco do Teatro Santa Rosa, no Rio, no último show da temporada do espetáculo "Reencontro", que reuniu Sylvia Telles, Edu Lobo, Trio Tamba e Quinteto Villa-Lobos, para cantar "Arrastão" (de Edu Lobo e Vinicius de Moraes). Ficou órfã de mãe aos nove anos, tendo sido criada por seus avós maternos, tendo tido pouco contato com o pai. Aos dezesseis anos, após ter perdido os avós, foi viver sozinha no apartamento que era de sua mãe, em Copacabana. Nesta época trabalhava em musicais no teatro.

O Portovisão era um programa apresentado de segunda à sexta, entre 11h30min e 14h30min, na TV Difusora (hoje Band RS), canal 10 de Porto Alegre. Criado por Salimen Júnior, foi ao ar entre 1975 e 1980.

Começava com o quadro de Fernando Vieira, sobre o mundo jovem, com clipes musicais, apresentações de bandas ao vivo e dicas de música. Era seguido por Tatata Pimentel, que comentava a vida noturna de Porto Alegre, em especial sua boate preferida, chamada Água na Boca, sendo o primeiro homossexual assumido na televisão gaúcha. Depois, José Antônio Daudt batia os punhos na mesa, teatralmente, protestando contra abusos policiais e uso indevido de chapas brancas, ou seja, carros oficiais do governo sendo usados para fins pessoais. Daudt acabou assassinado em 1988.

O humorista Renato Pereira seguia, contando piadas sobre a atualidade. Depois, as notícias do esporte, apresentadas por, entre outros, Cláudio Britto. Comentários esportivos de Lauro Quadros e Larry Pinto de Faria seguiam. Depois, as notícias com Sérgio Schueller e José Fontela, eventualmente com Magda Beatriz. Então vinha o comentário de Sérgio Jockymann e o quadro feminino de Tânia Carvalho. Por algum tempo, havia o quadro Verso e Reverso, onde José Fogaça representava a oposição à ditadura e Coronel Pedro Américo Leal a defendia. Foi um quadro que marcou época, pois debatia assuntos polêmicos em tempos de plena repressão.

Perto de seu fim, com a venda da TV Difusora para a Rede Bandeirantes, o Portovisão perdeu suas estrelas. Solange Bittencourt substituiu Tânia Carvalho, que havia largado a emissora para se transferir para a TV Guaíba, onde começaria a apresentar o programa Guaíba Feminina, em 1981.

O Portovisão fez parte de uma tradição gaúcha de programas no horário do almoço, com quadros de comentários e notícias. O pioneiro foi o Jornal do Almoço, na então TV Gaúcha, hoje RBS TV, que estreou um ano antes.

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