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Documento Assinado pelo Presidente da Provincia de Sergipe MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Datada de 12 de Abril de 1826

Documento Assinado pelo Presidente da Provincia de Sergipe MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Alagoas, 12 de Abril de 1826

Bom estado

Manoel Clemente Cavalcante de Albuquerque, 2º Presidente da Provincia de Sergipe

Nomeado por carta imperial de 1 de dezembro de 1824, presidindo a província de 15 de fevereiro de 1825 a 2 de novembro de 1826.

Fervoroso adepto do movimento revolucionário de 1817, pelo qual combateu com leal dedicação. Abastado lavrador em Itabaiana, Paraíba. Levantou Itabaiana e ao lado do capitão André Dias de Figueiredo dirigiu-se à capital, após a adesão da vila de Pilar. Quando foi sufocado o movimento na Paraíba, participou da guerrilha em Pernambuco. Esteve nos cárceres da Bahia até 1821 (Almanak da Paraíba, 1899; e Odilon, Dicionário, 161).

 

Nunca casou. Pediu, em seu testamento, que fosse sepultado em uma das igrejas de São Cristóvão. Deixou por seu único herdeiro, seu pai, o capitão-mor João Batista do Rêgo Cavalcanti

A familia de Manoel Clemente de Albuquerque era originário de Igarassu. Ele estudara no seminário de Olinda e fazia parte dos clubes maçonicos. Quando o governo provisório paraibano foi derrubado a 5 de maio, Manoel Clemente alistou-se na guerrilha de padre Souto Maior, sendo porem logo feito prisioneiro, a 15 de maio, em Ipojuca.Mandado preso para Bahia juntamente com o pai , ali permaneceram 4 anos .Tomou parte no levante de Goiana , que trouxe a junta Constitucional, e foi a Lisboa expôr a corte o estado da província, de lá trazendo uma tipografia, a qual entrou a editar muitos trabalhos.Em 1822 foi eleito Procurador Geral da Paraíba no Rio de Janeiro, e faleceu oucupando a presidência de Sergipe ( Livro História da revolução de Pernambuco em 1817 Por Francisco Muniz Tavares)

A Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas, o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano.

João Francisco de Souto Maior, natural de Tejucupapo, vila de Goiana, Pernambuco, Brasil. Participou da Revolução Pernambucana de 1817 junto com três irmãos: o padre Antonio de Souto Maior, José Roberto da Cunha Souto Maior e Manoel Antonio da Cunha Souto Maior. Os quatro irmãos acabaram presos pelas forças oficiais e enviados à Bahia a bordo do navio Carrasco. Na prisão baiana morreram o padre Antonio e José, ficando João e Manoel detidos até 1821, quando houve anistia geral a todos os revolucionários presos.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

Bênção das bandeiras da Revolução de 1817 Obra de arte Resultado de imagem para Bênção das bandeiras da Revolução de 1817

Artista: Antônio Parreiras

 

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