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Disco de Vinil O CAMINHÃO DO POVO Propaganda Política de CARLOS LACERDA Apresentação De RAUL BRUNINI, Autografado Pelos Mesmos, Ano 1957

Disco de Vinil O CAMINHÃO DO POVO Propaganda Política de CARLOS LACERDA Apresentação De RAUL BRUNINI, Autografado Pelos Mesmos, Ano 1957

Privado de falar no rádio e na TV, recorro ao disco LP para fazer chegar aos lares a nossa palavra de protesto e esperança.

Description:
Lado A - Discurso de Carlos Lacerda com expressões usadas em vários discursos de esquinas e praças públicas. Pronunciadas na caravana em Caminhão alugado, denominado Caminhão do Povo.

Lado B - Série de trechos do discurso de 10 horas, pronunciado em maio de 1957, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, quando foi defendido o mandato de Lacerda. Este discurso-depoimento não foi irradiado, pois as emissoras de Lacerda foram cassadas. Há a liberação para difusão em txo na capa do disco.

Lacerda foi coordenador da campanha que objetivava impedir a candidatura de Vargas à Presidência, em 1950. Após a vitória de Getúlio, usou largamente as páginas da "Tribuna", contribuindo para o agravamento da crise no governo, que acabou levando Vargas a se matar, em 24 agosto de 1954.

Um atentado a Lacerda, que teria sido planejado por Benjamim Vargas, irmão de Getúlio, e Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do presidente, em 5 de agosto, precipitou os acontecimentos. O jornalista levou um tiro no pé, mas o major Rubens Vaz, que se ofereceu para fazer sua guarda pessoal, morreu. Com o suicídio de Vargas, Carlos Lacerda e seus companheiros deixaram o país por algum tempo, temendo a revolta da população. Gregório Fortunato foi condenado a 25 anos de prisão como mandante do crime. A pena foi reduzida a 20 anos pelo presidente Juscelino Kubitsckek e a 15 pelo presidente João Goulart. Foi assassinado, com uma facada no peito pelo presidiário Feliciano Damas Emiliano, na penitenciária Lemos de Brito, Rio de Janeiro, no dia 23 de outubro de 1962.

Eleito deputado federal no pleito de outubro de 1954, Lacerda obteve a maior votação do Distrito Federal, feito que repetiu quatro anos depois. Na época, o jornalista também alliou-se a militares e à direita da UDN em duas tentativas de golpe contra Juscelino Kubitschek e seu vice, João Goulart. Durante a campanha eleitoral presidencial de 1955, ele publicou um documento que ficaria conhecido como "Carta Brandi". Atribuída ao deputado peronista argentino Antonio Jesús Brandi, ela teria sido enviada a Jango e fazia citações a contrabando de armas e à organização de uma república sindicalista na América Latina a partir da liderança de Brasil e Argentina, mas investigações comprovaram que tudo não passava de uma farsa. Em 1º de novembro de 1955, O GLOBO publicou os trâmites sobre o inquérito da carta. Após uma segunda tentativa frustrada de golpe em JK, exilou-se em Cuba, ainda sob o governo do ditador Fulgêncio Batista, Estados Unidos e Portugal. Ao voltar, Lacerda reassumiu seu mandato de deputado federal e continuou a combater Juscelino e a construção de Brasília. Anos depois, no exílio, o presidente diria a Lacerda que jamais permitiu o seu acesso à TV por temer que seus ataques pudessem derrubá-lo.

Eleito deputado federal no pleito de outubro de 1954, Lacerda obteve a maior votação do Distrito Federal, feito que repetiu quatro anos depois. Na época, o jornalista também alliou-se a militares e à direita da UDN em duas tentativas de golpe contra Juscelino Kubitschek e seu vice, João Goulart. Durante a campanha eleitoral presidencial de 1955, ele publicou um documento que ficaria conhecido como "Carta Brandi". Atribuída ao deputado peronista argentino Antonio Jesús Brandi, ela teria sido enviada a Jango e fazia citações a contrabando de armas e à organização de uma república sindicalista na América Latina a partir da liderança de Brasil e Argentina, mas investigações comprovaram que tudo não passava de uma farsa. Em 1º de novembro de 1955, O GLOBO publicou os trâmites sobre o inquérito da carta. Após uma segunda tentativa frustrada de golpe em JK, exilou-se em Cuba, ainda sob o governo do ditador Fulgêncio Batista, Estados Unidos e Portugal.

Ao voltar, Lacerda reassumiu seu mandato de deputado federal e continuou a combater Juscelino e a construção de Brasília, Lacerda sofreria com a censura, com sua proibição de ir à TV e ao rádio.



Leia mais: https://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/jornalista-politico-carlos-lacerda-teve-trajetoria-marcada-pela-polemica-21344971#ixzz62Enjwb00
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