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Periódico CORREIO ASSU Editado Pelos Príncipes Imperiais " Primeira Comunhão do Príncipe do Grão Pará" n° 12 Petrópolis, 27 de maio de 1888

Periódico CORREIO ASSU Editado Pelos Príncipes Imperiais " Primeira Comunhão do Príncipe do Grão Pará" ,Petrópolis, 27 de maio de 1888

Anno I, nº 12, 27 de maio de 1888, Rio de Janeiro

Excelente estado

Sobre a primeira comunhão do Príncipe do Grão Pará, o primogênito de Suas Altezas Imperiais D. Pedro Alcantara, Typ. Assu.

Príncipe do Grão-Pará é um título nobiliárquico brasileiro, pertencente apenas a membros da família imperial do Brasil, criado durante o Primeiro Reinado do Império do Brasil, e concedido oficialmente somente três vezes ao longo da história. O título fazia referência à então maior província do Império brasileiro, o Grão-Pará. 

Embora tenha começado a ser usado logo a partir da independência do Brasil do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves, só foi definido legalmente por meio da constituição imperial brasileira de 1824, a primeira constituição do Brasil, sendo a honraria concedida ao primogênito do então príncipe imperial do Brasil, até que este assumisse o trono ou falecesse. Essa norma constitucional explica porque tão raras vezes o título foi utilizado, além de ter havido exceções a esta norma.

Pedro de Alcântara Luís Filipe Maria Gastão Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança (Petrópolis, 15 de outubro de 1875 – Petrópolis, 29 de janeiro de 1940), príncipe do Grão-Pará (1875–1891), príncipe Imperial do Brasil (1891–1908) e príncipe de Orléans e Bragança, era o filho primogênito da última princesa imperial do Brasil, Isabel Leopoldina de Bragança e Bourbon e do príncipe imperial consorte, Gastão de Orléans, Conde d'Eu.

Consta que a dificuldade de Isabel em conseguir engravidar a levou a Caxambu, na província de Minas Gerais, onde submeteu-se a um tratamento com as águas minerais daquela cidade. Em contato com religiosos, a princesa imperial fez a promessa de levantar um santuário no local caso conseguisse conceber um filho. Foi o que aconteceu, e até hoje existe na cidade a Igreja de Santa Isabel da Hungria, erguida por esta razão.

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